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JOLUSI AM (Rádio web) 2017

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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Clássico de Gervásio Lobato, 'Lisboa sem camisa', regressa às livrarias

Fontedn.pt/lusa/ noticiasaominuto.com
Imagens: Reprodução / © Getty Images
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante do blog MUSIBOL)

O romance "Lisboa Sem Camisa", de Gervásio Lobato, publicado originalmente em 1882, foi reeditado pela Guerra e Paz, porque "é uma acutilante paródia, um verdadeiro clássico do cômico", justificam os editores.


O romance, que é a segunda parte de "Comédia de Lisboa", que Lobato apontava como um título, que abrigava "estudos humorísticos da vida lisboeta", e foi resistindo ao tempo com sucessivo interesse do público. Em 1961, o realizador Herlander Peyroteo adaptou-o a série televisiva, que contou com os desempenhos, entre outros, de Manuel Lereno e Couto Viana

Todavia, hoje era "uma obra esquecida, afastada do panorama literário português", afirmam os editores, argumentando que era "urgente voltar a ser lida e relida".

O título, sublinham, "é desde logo sugestivo" e uma "ameaça": "a capital será despida, ficará em camisa", a peça de roupa que, no século XIX, período que aborda o romance, "nunca se despia nem sequer para ir dormir".







A obra cuja narrativa aborda, como recordam os editores, "a decadência da nobreza, a ascensão da burguesia, o aparecimento de profissões liberais, o início da industrialização", e "tudo é passado a pente fino".

"Lisboa Sem Camisa" é, afiram os editores, "o folhetim-crónica que conta as peripécias da família Antunes, oriunda do Algarve, que se instala em Lisboa, na rua dos Fanqueiros, pelas oportunidades que o funcionalismo público permitia no final do século XIX".

As "personagens expõem os seus comportamentos ridículos, sendo a realidade satirizada com destreza". Aliás, Pinheiro Chagas, na época, elogiara a "espontaneidade do estilo e do espírito" de Gervásio Lobato.






Para os editores, "as figuras de Lobato estão vivas, até no peculiar modo de falar", e sobre esta obra cómica, citam o escritor Eça de Queiroz, que afirmou que "o riso é a mais antiga e ainda terrível forma de crítica".

Gervásio Lobato (1850-1895) natural de Lisboa, onde morreu, fundou aos 15 anos o jornal literário A Voz Académica. Sempre ligado ao mundo dos jornais, destacou-se como autor de folhetins - "Lisboa Sem Camisa" começou aliás, por ser publicado, por 'episódios', no suplemento Vida de Lisboa, do Diário da Manhã, sob o pseudónimo de Gilberto.

"Dotado de uma graça inesgotável", escrevem os editores, Gervásio Lobato foi também autor de teatro, tendo apresentado com regularidade as suas peças no Teatro do Ginásio, ao Chiado, em Lisboa.

Em 1892, quando levou à cena, "O Festim de Baltasar", foi agraciado pelo rei D. Luís com o grau de oficial da Ordem de Sant'Iago.

A Guerra e Paz publicou também "As Aventuras de Huckleberry Finn (O Companheiro de Tom Sawyer)", do norte-americano Mark Twain (1835-1910), numa tradução para português de Miguel Nogueira.


O autor, refere o tradutor, é apontado por muitos como "o pai da literatura americana".

Esta obra foi publicada pela primeira vez, no Reino Unido, em 1884, e no frontispício esclarece que a ação narrativa se passa no Vale do Mississípi, nos Estados Unidos, e há "45 anos atrás".









domingo, 23 de julho de 2017

Samba que celebra Elton Medeiros abre a parceria de Joyce com Moacyr

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL



Joyce Moreno abre parceria com Moacyr Luz.

A conexão musical dos compositores cariocas – bambas na arte de fazer música – deu samba.

DNA é o nome do samba que inaugura a parceria.

A composição inédita de Joyce e Moacyr celebra a linhagem nobre da obra de um terceiro compositor carioca, Elton Medeiros. Conhecido por sambas feitos em parceria com nomes como Cartola (1908 – 1980) e Paulinho da Viola, Elton Medeiros completou 87 anos de vida ontem, 22 de julho de 2017.


(Crédito da imagem: Joyce Moreno em foto de divulgação de Leo Aversa)






quarta-feira, 19 de julho de 2017

Prêmio da Música Brasileira homenageia Ney Matogrosso

Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL


Ney Matogrosso (Foto: Divulgação / Rock in Rio)


Evento, que será realizado nesta quarta-feira (19) no Theatro Municipal, terá 79 indicados em 35 categorias. Pela 1ª vez, prêmio tem ingressos à venda para o público. Por G1 Rio


Ney Matogrosso é o homenageado da vigésima oitava edição do Prêmio da Música Brasileira. O evento será realizado nesta quarta-feira (19) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no Centro da cidade, às 21h.

A cerimônia, apresentada por Maitê Proença e Zélia Duncan, também responsável pelo roteiro, terá 79 indicados em 35 categorias. Pela primeira vez, o evento será aberto ao público, com ingressos à venda.

A direção geral é de José Maurício Machline, idealizador da premiação. Sacha Amback assina a direção musical. No palco, Ney Matogrosso apresentará cinco números representativos de sua trajetória. Entre eles, estarão "Rosa de Hiroshima" (Vinicius de Moraes e Gerson Conrad), "Pro Dia Nascer Feliz" (Cazuza e Frejat) e "Melodia Sentimental" (Heitor Villa-Lobos e Dora Vasconcellos) – nesta última, o cantor será acompanhado pelo Trio Madeira Brasil.



Ney Matogrosso (Foto: Divulgação.



Além do homenageado, a noite contará, ainda, com as participações de Chico Buarque ("As Vitrines"), Ivete Sangalo (‘Sangue Latino"), Alice Caymmi e Laila Garin ("Bomba H"), Lenine ("Bicho de Sete Cabeças II"), Pedro Luís ("O Mundo"), Karol Conka ("Homem com H") e BaianaSystem ("Inclassificáveis").

A banda que acompanhará o Ney Matogrosso, e reunida apenas para esta ocasião, será formada por Sacha Amback, Marcos Suzano (programações e percussão), Marcelo Costa (percussão), Alberto Continentino (baixo), André Valle (guitarra), Everson de Moraes (trombone) e Diogo Gomes (trompete).

Desde o ano de sua criação, quando homenageou Vinicius de Moraes, o Prêmio celebra um artista brasileiro, que serve como fonte para o roteiro e repertório da cerimônia de entrega.

Já foram homenageados Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria e Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Keti, Dominguinhos, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Noel Rosa, João Bosco, Tom Jobim, Maria Bethânia e Gonzaguinha.


Ney Matogrosso (Foto: Divulgação


Prêmio da Música Brasileira
Local: Theatro Municipal (Praça Floriano, S/N)
Horário: 21h00
Ingressos: De R$ 100 a R$ 300
(à venda em www.ingressorapido.com.br)

Theatro Municipal completou 108 anos em 2017 (Foto: Vânia Laranjeira/ Divulgação)








quinta-feira, 13 de julho de 2017

Fafá está em casa no DVD que exibe grande momento da artista em cena

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL



Às vésperas de entrar em cena na novela A força do querer (TV Globo, 2017) na pele de Almerinda, cantora que se apresenta com o nome artístico de Mere Star, Fafá de Belém lança DVD do tamanho do talento e da voz da artista. Dez anos após apresentar um primeiro DVD com registro de show de tom retrospectivo, Fafá de Belém ao vivo (2007), a cantora paraense edita um segundo registro audiovisual tão caprichado como o primeiro.


Distribuído no mercado fonográfico via Radar Records, o DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo eterniza momento luminoso na trajetória da artista nos palcos.

Álbum lançado em 2015 para celebrar os 40 anos de carreira desta cantora projetada em escala nacional ao gravar o samba de roda Filho da Bahia (Walter Queiroz) para a trilha sonora da novela Gabriela (TV Globo, 1975), Do tamanho certo para o meu sorriso gerou refinado show hi-tech concebido e dirigido por Paulo Borges – então na segunda incursão como criador de espetáculos musicais após o sucesso obtido em 2014 com o show Rainha dos raios, de Alice Caymmi – para fazer o coração assumidamente brega de Fafá bater com elegância na cena armada com belíssimas projeções.


Captado para o DVD pelo Canal Brasil sob a direção de Murilo Alvesso, em apresentação realizada em 11 de agosto de 2016 no Teatro Bradesco da cidade de São Paulo (SP), o show conserva o requinte no registro audiovisual. Dividindo a cena com os guitarristas paraenses Manoel Cordeiro e Felipe Cordeiro, responsáveis pela direção musical do show, Fafá rebobina músicas do álbum de 2015, reconectada com a cena musical de Belém (PA), cidade que Maria de Fátima Palha de Figueiredo carrega orgulhosamente no sobrenome artístico.

Enquadradas na moldura sofisticada de Paulo Borges, músicas como Quem não te quer sou eu (Firmo Cardoso e Nivaldo Fiúza, 2002) e Os passa vida (Osmar Jr. e Rambolde Campos, 2004) – sucessos da banda paraense Sayonara revividos por Fafá no disco de 2015 – ganham força em cena e se ajustam ao canto intenso da cantora, ardente ao interpretar Volta (Johnny Hooker, 2013) e coerente ao pescar pérola kitsch como o bolero Usei você (Silvio César, 1971).

Paulo Borges soube refinar a cena de Fafá sem diluir a alma passional do canto da intérprete. Por isso, baladas arrasadas como Abandonada (Michael Sullivan e Paulo Sérgio Valle, 1996) caíram bem no roteiro do show. Desde a década de 1980, quando migrou progressivamente da MPB para a canção popular, a voz emotiva de Fafá reverbera sobretudo a trilha dos cabarés e bares de um Brasil sentimental, despudorado.



Ao percorrer Asfalto amarelo (Manoel Cordeiro, Felipe Cordeiro e Zeca Baleiro, 2015), Fafá celebra o Pará que também emerge em Este Rio é minha rua (Paulo André Barata e Ruy Barata, 1976). Mas o show extrapola as fronteiras e a música do Para, pois Fafá é já há 42 anos uma voz do Brasil que também pulsa no trotar sexual de Cavalgada (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977) – número mais teatral de show que se beneficia dos artifícios da cena – e na emoção à flor da pele da canção de despedida Bilhete (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980).

Enfim, o DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo tem o mérito de registrar um dos melhores shows de Fafá de Belém, apresentado poucas vezes pelo Brasil com a arquitetura original construída por Paulo Borges. É show grandioso, do tamanho da sonora gargalhada de Fafá e da dimensão do Brasil. (Cotação: * * * * *)

(Créditos das imagens: Fafá de Belém em foto de Caio Gallucci.
Capa do DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo)




quinta-feira, 6 de julho de 2017

Trilha de 'Filme' de Cris Braun e Dinho Zampier vai de Sex Beatles a Vivaldi


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: g1.globo.com
Imagens: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)



Cantora e compositora gaúcha radicada em Maceió (AL) que ganhou visibilidade no universo pop na década de 1990 quando integrou o grupo carioca Sex Beatles e, na sequência, teve o primeiro CD solo editado pelo então recém-inaugurado selo de Marina Lima, o fugaz Fullgás, Cris Braun se junta em disco com o tecladista, arranjador e produtor musical alagoano Dinho Zampier – metade da dupla Figueroas, voltada para ritmos caribenhos como a lambada.

O álbum de Braun com Zampier, Filme, chega às plataformas digitais em 20 de julho e, em setembro, ganha edição física em CD. Com 11 músicas, quase todas compostas para o disco, Filme reverbera sons da psicodelia da década de 1970, do jazz e do folk de cepa pop.








As únicas regravações são Escorpiões – música de Alvin L lançada pelo grupo Sex Beatles há 23 anos no álbum Automobília (Rock It!, 1994) – e Sento in seno ch'in pioggia di lagrime, ária criada pelo compositor italiano de música erudita Antonio Vivaldi (1678 – 1741) para a ópera Tieteberga (1717).

No entender dos artistas, as 11 músicas do disco compõem a trilha sonora imaginária de história contada nas entrelinhas da narrativa musical.

(Crédito da imagem: capa do álbum Filme, de Cris Braun & Dinho Zampier).




quarta-feira, 5 de julho de 2017

Mahmundi cai na pista romântica com 'Imagem', single que anuncia EP

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL




Um dos destaques da música brasileira no ano passado, por conta do álbum que lançou em maio de 2016, Mahmundi – nome artístico da cantora, compositora e multi-instrumentista carioca Marcela Vale – lança single inédito na próxima sexta-feira, 7 de julho.


Música composta pela artista em parceria com Hugo Braga, Leo Justi e Lux Ferreira, Imagem é a primeira pista do EP que Mahmundi lançará neste segundo semestre de 2017. Gravada com produção dividida entre Lux Ferreira e a própria Mahmundi, a música Imagem tem pegada black romântica.


Já o EP é quarto título (neste formato) da discografia da artista, cujo primeiro EP, Efeito das cores, foi lançado em 2012. Contratada pela gravadora Universal Music após a plataforma Skol Music desativar o selo StereoMono, pelo qual a cantora editou o aclamado primeiro álbum, Mahmundi já lançou pela companhia no primeiro semestre de 2017 um EP ao vivo, Live, somente em edição digital.


(Crédito da imagem: Mahmundi em foto promocional do singleImagem)







sexta-feira, 30 de junho de 2017

Chegando ao mercado: 'Boleros', CD e DVD em que Alcione vai de Adelino a Baden

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL



Chegando ao mercado: Boleros, CD ao vivo em que Alcione dá voz a boleros e sambas-canção em repertório que vai de Baden Powell (1937 – 2000) a Adelino Moreira (1918 – 2002), passando por Fátima Guedes e Roberto Carlos. O projeto Boleros chega ao mercado fonográfico em julho, também no formato de DVD, com a gravação do show feito pela Marrom em 17 de setembro de 2016 na Fundação Cidade das Artes, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

O CD tem 19 músicas, inclusive Olha (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975) e Paixão de Dartagnan (Altay Veloso, 1988), músicas captadas em estúdio após o registro ao vivo do show e já previamente editadas em singles. A abordagem abolerada de Olha foi feita pela cantora maranhense para a trilha sonora da novela A força do querer, exibida pela TV Globo neste ano de 2017. Paixão de Dartagnan – música alocada nos extras do DVD – foi gravada no estúdio da gravadora Biscoito Fino em dueto com o cantor mineiro Alexandre Pires.

Já o DVD traz 20 músicas divididas em quatro blocos temáticos (Outono, Inverno, Primavera e Verão) costurados por versos do poema As quatro estações, de Elisa Lucinda. As novidades do roteiro, em relação à estreia nacional do show em maio de 2016, são A pérola e o rubi (Jay Livingston em versão em português de Haroldo Barbosa, 1955), Devolvi (Adelino Moreira, 1960) – sucesso da cantora potiguar Núbia Lafayette (1937 – 2007), antes homenageada pela Marrom com Eu te amo (Irany de Oliveira, 1961) – e Eu disse adeus (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969).

Eis, na disposição do DVD, o repertório de Boleros, projeto fonográfico de Alcione há muito esperado pelos fãs da artista:

As quatro estações (Outono) – Texto de Elisa Lucinda

1. Gracias a la vida (Violeta Parra, 1966)
2. Recusa (Herivelto Martins, 1952)
3. Desacostumei de carinho (Fátima Guedes, 1981)
4. Amor amigo (Roberta Miranda, 2017) – música inédita
As quatro estações (Inverno) - Texto de Elisa Lucinda
5. À sombra do teu sorriso (The shadow of your smile) (Johnny Mandel e Paul Francis Webster, 1965, em versão em português de Luis Bittencourt, 1966) – com Sylvia Nazareth
6. Quase (Mirabeau e Jorge Gonçalves, 1954)
7. Abandono (Nazareno de Brito e Presyla de Barros, 1955)
8. Que queres tu de mim? (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1964)
9. A pérola e o rubi (Jay Livingston em versão em português de Haroldo Barbosa, 1955)


As quatro estações (Primavera) – Texto de Elisa Lucinda

10. Apelo (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966)
11. Pra você (Silvio César, 1965)
12. Segredo (Herivelto Martins e Marino Pinto, 1947)
13. Quem dera (Julio Alves, 2017) – música inédita
14. Escríbeme (Guillermo Castillo Bustamante, 1958)
15. Devolvi (Adelino Moreira, 1960)
As quatro estações (Verão) – Texto de Elisa Lucinda
16. Besame (Flávio Venturini e Murilo Antunes, 1988)
17. Risque (Ary Barroso, 1952)
18. Eu disse adeus (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969)
19. Corsário (João Bosco e Aldir Blanc, 1975)
20. Gracias a la vida (Violeta Parra, 1966)
21. Solares – Tema instrumental com a Banda do Sol

(Crédito da imagem: capa do CD Boleros, de Alcione)








domingo, 11 de junho de 2017

Primeiro álbum de inéditas de Chico desde 2011 sai no segundo semestre

Texto: Mauro Ferreira.
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL




Ao longo dos últimos meses, antes de viajar para Paris, Chico Buarque foi formatando aos poucos no Brasil um álbum de músicas inéditas – o primeiro do artista carioca em seis anos. À medida em que músicas foram sendo compostas, bases foram gravadas em estúdio.

Quando voltar da França, o cantor e compositor vai retomar em estúdio da cidade natal do Rio de Janeiro (RJ) a gravação do sucessor de Chico (Biscoito Fino, 2011) na discografia de estúdio do artista. O lançamento do álbum será feito no segundo semestre deste ano de 2017. Nada se sabe sobre o repertório do disco, além do fato corriqueiro de ele ser autoral.


(Crédito da imagem: Chico Buarque em foto de Daryan Dornelles)





terça-feira, 30 de maio de 2017

Emanuelle Araújo interpreta Gretchen em filme sobre Bozo

Texto: Marília Neves
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL

Cantora e atriz viverá rainha do rebolado em 'Bingo – O rei das manhãs', inspirado na história de Arlindo Barreto, que vivia o famoso palhaço.



Emanuelle Araújo já até cantou em "Pra lá e pra cá" - quando comandava a Banda Eva - que seu balanço não era brincadeira. Mas a cantora e atriz precisou reformular sua ginga para seu próximo trabalho nos cinemas. Ela vai interpretar Gretchen no filme "Bingo – O rei das manhãs", que estreia em 24 de agosto.

“O rebolado da Gretchen é totalmente diferente do meu.
Tive que desconstruir minha ginga para aprender a dela.
Um desafio e tanto.
Uma experiência deliciosa”, conta Emanuelle.

Emanuelle Araújo (Foto: Daryan Dornelles/Divulgação)



“Bingo” é uma história fictícia, inspirada na vida de Arlindo Barreto, que de 1984 a 1986 deu vida ao palhaço Bozo. No longa de Daniel Rezende, Gretchen, que viveu um romance com Arlindo, é a única personagem retratada como na realidade.

“A Gretchen ‘personagem’ é inserida de forma inteligente no roteiro. Para além de real ou fictício, senti a responsabilidade de representá-la. Estudei e me dediquei bastante para isso. Fico muito feliz com o resultado final do nosso trabalho”, elogia Emanuelle.

A cantora não chegou a se encontrar com Gretchen na fase de preparação da personagem, mas fez uma grande pesquisa pela internet sobre a cantora.

Emanuelle Araújo vai interpretar Gretchen no filme "Bingo – O rei das manhãs"
(Foto: Divulgação/TV Globo)



“Tentei me aproximar o máximo possível dessa potente energia que ela tem e todo a força feminina que passava no início da sua carreira, período do recorte do filme.”

Emanuelle ainda confessa: “Eu era muito fã da Gretchen. Quando criança dançava o Piripipi na sala nas festinhas de família.”




Identidade secreta

"Bingo – O rei das manhãs" mostra a história de um famoso apresentador que, por cláusula, não podia revelar sua verdadeira identidade. Com isso, não era reconhecido sem sua fantasia dos palcos. O próprio filho do personagem o indaga o pai sobre “de que adianta ser Bingo, sem ninguém poder saber”.

Questionada se o reconhecimento nas ruas é mais importante do que a satisfação pessoal, Emanuelle fica no meio do caminho. “O meu foco é que os trabalhos que faço, produzo e estou envolvida façam sucesso. Adoro reconhecimento ao meu trabalho, mas em alguns momentos gosto de passar desapercebida também”, entrega, rindo.

Ela ainda faz uma breve análise da trama, que envolve a figura infantil mergulhada em um drama pessoal, com direito a sexo, drogas e rock'n'roll.




“Todo o filme tem uma curva dramatúrgica interessante. A história do Arlindo já é interessante por si e o roteiro e direção tornam ela mais sedutora. O conflito do Arlindo com sua identidade que não pode ser revelada é um retrato relevante dessa história. Todo o contexto estético dos anos 80 traz ainda mais brilho a trama.”

O filme traz ainda a participação de Domingos Montagner, que morreu em setembro de 2016. Emanuelle não chega a contracenar com o ator, mas relembra a amizade.

“Domingos era um amigo muito querido. O trabalho dele no filme é lindo! Trabalhamos juntos na novela ‘Cordel Encantado’.

Era um ser de Luz. Tenho certeza que está em paz.”




Outros projetos

Por falar em novela, Emanuelle conta que aguarda um novo convite. “Estou sempre focando nas duas carreiras. Conciliá-las é sempre o meu objetivo”, conta. A mais recente personagem foi Yara, de “A Lei do Amor”, novela que chegou ao fim em 31 de março.

Enquanto aguarda o lançamento de “Bingo”, Emanuelle se dedica à música. Em 9 de junho, ela fará um show no Teatro Rival, no Rio, para lançar a versão em vinil de seu disco "O Problema é a Velocidade”.



“Estou em um momento viciada na compra de vinis e o mercado deste formato ampliou bastante ultimamente. Está é uma sonoridade que combina bastante com o conceito do meu disco. ‘O Problema é a Velocidade’ nasceu para ser vinil”, explica.

Além de comprar discos em vinil em cada viagem que faz, Emanuelle guarda algumas relíquias. “Ainda guardo a trilha do filme ‘Emmanuelle’ original com as canções em francês. Tenho desde adolescente", lembra, rindo.










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